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BMX: mais que uma bike
BMX
Um esporte se mistura
com estilo de vidaO BMX (sigla em inglês para Bicycle MotoCross), ou bicicross, ganhou espaço nos anos 60, na Califórnia, Estados Unidos, na onda de popularização do motocross. No entanto, teria surgido ainda no fim dos anos 50 de praticantes da Holanda,. A brincadeira se espalhou a partir das crianças que invadiam parques de skatistas e, depois, outras que imitavam pilotos de motocross. Assim, o BMX teria adeptos das modalidades racing (corrida) e do free style (manobras). Já esporte, as competições pediam bicicletas menores (normalmente aros de 20 polegadas) para as corridas sobre pista de terra com obstáculos.
As provas de BMX ganharam ares mais extremos nos anos 80, quando foram incorporadas modalidades do skate como vertical, street, park, flatland e, mais recentemente, big air ou mega rampa. Outra modalidade bem radical é a dirt jump, mais próxima do motocross estilo livre, com acrobacias feitas após saltos em obstáculos.
O BMX, com milhões de praticantes no mundo, tem cultura própria, como o surfe e outros esportes radicais. Está presente na música, nas artes e no comportamento jovem como estilo de vida. A Nike 6.0 conta com uma das equipes mais respeitadas do mundo de BMX. São bikers de peso, como os norte-americanos Garret Reynolds, Nigel Sylvester, Dennis Enarson e o brasileiro André de Jesus.
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De Ferraz para o mundo: André de Jesus
Depois do Brasil, rolês conquistam o mundo
André Luiz de Souza, o "André de Jesus", tem apenas 20 anos, mas já é um dos maiores nomes do BMX brasileiro - ainda mais quando o assunto são os "rolês" na rua ou nas pistas de street. Vindo de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, começou no esporte há quase cinco anos e já conquistou o respeito no Brasil e no mundo. Tanto assim que é o único biker do país patrocinado pela Nike 6.0. Seus principais resultados foram a primeira colocação no Gas Festival e a 19ª posição na Simpel Session, nos Estados Unidos, competindo com outros 200 bikers.

